[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 11.01.2019 ]

E nosso périplo pelas Minas Gerais chegou ao fim…

No dia 10 de Janeiro retornamos para Belo Horizonte. Como esse dia foi praticamente apenas viajando e cuidando de check-in, rearrumação de mala e outras coisinhas, acabamos mesmo passando boa parte do tempo no hotel e só saímos a noite para conhecer um pouco da vida noturna de BH atendendo indicações de amigos residentes nessa cidade.

Pequeno parênteses… Essa nossa primeira ida à noite belo-horizontina foi no Jack Rock Bar! Vale muito a pena se você curte rock!!!

No dia seguinte partimos em direção a Lagoa da Pampulha para explorar melhor o lugar uma vez que nossa primeira ida foi em meio a uma chuvinha e ainda não havíamos alugado um possante.

Agora minhas considerações finais…

Minas Gerais é um país! Brincadeira!!! É um lugar de gente simpática, acolhedora e muito bacana! Por onde andamos nesses dias todos fomos muito bem recebidos. Nunca faltou um sorriso no rosto. Sempre houve muita gentileza por parte de todos aqueles que por algum motivo recorremos para pedir informações. Penso que o melhor de Minas não é sua história, sua cultura, igrejas, cidades históricas, sua culinária, mas sim a sua gente. Comentei em minha página no Facebook que o sotaque mais simpático que já ouvi em nosso país é o do mineiro. É praticamente impossível não se encantar com esse povo. Espero voltar outras vezes a Minas. Quem sabe para conhecer outras regiões. Como disse linhas acima, Minas é um país.

Deixo aqui registrado o meu carinho por todos os mineiros que foram super hiper mega bacanas conosco em nossa viagem!!

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 09.01.2019 ]

É… Nossa viagem se encaminha para o fim…

São João del-Rei é nossa última parada em nossa trip pelo interior mineiro. Ela seria a penúltima mas por conta de termos gostado tanto de Tiradentes, na qual ficamos por dois dias, SJR acabou sendo nosso último destino mesmo.

Confesso que estava com uma expectativa alta quanto a SJR. Mas, e espero que esse meu comentário não frustre futuros viajantes, SJR deixou a desejar…

Vou tentar explicar algumas impressões minhas que podem ajudar a compreender esse desapontamento.

Ao chegarmos em SJR nos deparamos com um ritmo de cidade mais agitado do que aquele que deixamos para trás lá em Tiradentes. Muito carro na rua, muito trânsito, enfim… Isso já foi um choque pra mim.

Várias igrejas que visitamos estava num estado de conservação um tanto quanto ruim por fora. Por dentro estava até bacana mas fora… Muitas estão precisando apenas de uma mão de tinta.

O trânsito… Mais uma vez o trânsito… Achei deveras confuso e até caótico. Mesmo nos guiando por aplicativos se deslocar se mostrava algo complicado.

Enfim… O que nos agradou mais em SJR foram os lugares onde comemos e bebemos neste dia. Um museu que visitamos e que vale a pena é o Museu Regional de São João del-Rei.


[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 08.01.2019 ]

Segundo dia em Tiradentes!

Tiradentes nos surpreendeu positivamente!! Melhor… Muuuuuuito positivamente!!

Quando planejamos a nossa viagem imaginamos que passaríamos um dia apenas em Tiradentes. Mas essa simpática cidade acabou nos cativando.

Não sei dizer o que especificamente tem em Tiradentes que tanto nos encantou… Talvez o fato dela ser bem pequena (se não me engano sua população não chega a 10 mil habitantes) e isso a torna bem aconchegante.

Em nosso segundo dia fomos até uma localidade próxima a Tiradentes chamada Bichinho (uma das vantagens de viajar e alugar um carro é a grande mobilidade que ganhamos). No caminho até Bichinho encontramos o Museu do Automóvel da Estrada Real. Por fora você não dá nada por ele. Achei até que eram apenas uns poucos carros e nada mais. Porém, quando você entra se depara com um acervo bem rico. Vale a pena!!

Na volta paramos para conhecer a fazenda onde é fabricada a Cachaça Mazuma. Não sou lá graaaaande apreciador de cachaça… Mas sabe… A degustação que participamos nessa fazenda foi tão bem conduzida que estou pensando seriamente em provar mais dessa nossa bebida tão brasileira. É uma parada que valeu demais fazer. Fomos super bem recebidos. O pessoal lá é um encanto e ainda saímos com as mãos cheias de comprinhas!!!

E assim foi nosso segundo e último dia em Tiradentes. Cidade super acolhedora!


[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 07.01.2019 ]

Dia de dizer até logo para Ouro Preto e pegar a estrada rumo aos nossos dois últimos destinos nessa nossa viagem pelas terras das Minas Gerais: São João del Rei e Tiradentes.

Inicialmente nosso plano era ficar primeiro em São João del Rei, dar um pulinho em Tiradentes e depois curtir mais um pouco em São João. São duas cidades muito muito próximas, cerca de 17 Km uma da outra. Mas houve uma pequena mudança de planos!

Chegamos na pousada por volta das 15 horas. Descansamos um pouco e fomos conhecer a simpática Tiradentes. Confesso que não estava com muita expectativa quanto a Tiradentes. Mas mordi a língua! Nos encantamos com ela depois de alguns instantes passeando por suas ruas centenárias e visitando alguns lugares.

Nossa primeira parada foi no Museu de Sant’Ana, que é um pequeno museu totalmente dedicado a Sant’Ana, mãe de Maria. A história desse museu é bem interessante e a visita ao mesmo vale super a pena.

Antes de chegarmos ao Museu de Sant’Ana ainda tivemos uma pequena surpresa: a gravação de cenas de uma novela. Pois é… Estávamos andando e demos de cara com uma rua interditada. Inicialmente achei que fosse por conta de alguma obra sendo executada, como por exemplo manutenção na rede de abastecimento. Mas que nada… Era a gravação de cenas de uma novela. Confesso que sequer sabia de qual novela se tratava. Ainda bem que amigos que estão no CE me informaram via WhatsApp qual era a novela.

Esse nosso primeiro passeio por Tiradentes revelou mais uma grata surpresa: um lugarzinho super aconchegante e simpático para comer. Este lugar é o Tapioca Maria Bonita. Super recomendo!!!

Além de comer no Tapioca Maria Bonita, nossa primeira voltinha em Tiradentes também serviu para conhecer um lugar bem lúdico: O Teatro de Marionetes. Assim que vimos esse teatro lembramos logo de uma outra viagem nossa. Um pequeno parênteses, por favor… Em 2015, quando estivemos em Lisboa conhecemos um Museu da Marioneta. Fecha parênteses! Quando compramos os ingressos imediatamente me veio um pensamento: “Putz!!!! Talvez eu e Joelma sejamos o único casal que não estará com uma criança!” Mas que nada!!! Havia muitos adultos sem crianças!

Bom… Mas e a mudança de planos?! Então… Resolvemos ficar mais um dia em Tiradentes para conhecer melhor o que essa simpática cidade tem para nos oferecer.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 06.01.2019 ]

Dia de Reis!!

Estava doido para ver alguma manifestação de reisados em Ouro Preto. Porém, devido a um pouco de ignorância minha, nas buscas que fazia no Google pouco encontrava. Cheguei até perguntar a um funcionário do Centro de Informações Turísticas, mas não tive lá muito sucesso. O motivo das buscas infrutíferas chega a ser pitoresco: em Ouro Preto não chamamos reisados mas sim reinados. Enfim, quando finalmente descobri onde ver essa manifestação de cultura popular (na Igreja de Santa Efigênia) não tinha como ir pois era no mesmo horário que havia programado outro passeio.

Assim sendo, nosso dia começou na estação de trem de Ouro Preto para pegar o trem da Vale para uma pequena viagem até Mariana. É uma viagem bem curtinha mesmo. Dura somente uma hora. E poderia ser menos tempo ainda pois a distância é de apenas 18 quilômetros. E dura uma hora?! Sim!!! É que o trem vai a módicos 20 km/h… Ao longo da viagem um funcionário vai explicando algumas curiosidades interessantes do caminho. Ah… Há quatro túneis no caminho.

Chegando em Mariana tivemos pouco mais de duas horas para bater perna pela cidade uma vez que o trem de volta saia as treze horas.

Já havíamos estado em Mariana em 2005 e portanto o pouco tempo de que dispúnhamos lá não foi assim tão aflitivo.

Quando regressamos para Ouro Preto resolvemos explorar uma parte da cidade que não havíamos conhecido em 2005. E lá fomos nós em direção da Igreja Matriz de N. S. da Conceição. Sobe e desce ladeira… E passamos pela Igreja de N. S. das Mercês e Perdões, bem como pela Igreja de S. Francisco de Assis. Finalizamos este dia dando um tempo na feirinha de artesanato.


[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 05.01.2019 ]

Chegamos em Ouro Preto no dia 04. A primeira vez que estivemos nesta cidade foi em 2005. Ficamos imaginando que novidades nos aguardaria em Ouro Preto.

Bem… Parece ser um desejo um tanto quanto estranho esperar novidades em uma cidade histórica, né??!!!

Para nossa grata surpresa tivemos. O Museu da Inconfidência está completamente diferente. Claro, não por fora, mas por dentro. Não vou descrever só para aguçar mais ainda a curiosidade de vocês, caros leitores. Não pude entrar com minha máquina fotográfica. Porém as fotos feitas através de telefone celular eram permitidas (curioso, não??!!). As fotos que consegui fazer estão em meu Instragram. Ah… Outra grata surpresa no Museu da Inconfidência foi a seção de arte sacra. Tudo muito bonito!!! Vale demais visitar!!

Apesar da surpresa boa quanto ao Museu da Inconfidência preciso admitir que algumas coisas me deixaram desapontado. Uma delas é que algumas igrejas, pelo menos as que eu vi de perto, estão precisando de uma boa mão de tinta por fora. Em uma delas, a Igreja de N. S. das Mercês, o teto está danificado e segundo o rapaz que lá nos recebeu, há um sem número de goteiras.

É muito triste ver um patrimônio histórico tão rico e tão importante para nossa gente se encontrar assim.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 04.01.2019 ]

E chegou a hora de dar um breve adeus para Belo Horizonte e pegar a estrada rumo a algumas cidades do interior de Minas Gerais.

Nossa primeira escala foi na cidade de Congonhas. Em Congonhas há várias igrejas que merecem uma visitação. Mas os monumentos mais conhecidos estão no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos. Lá estão os Doze Profetas, feitos em pedra sabão pelo Aleijadinho.

Além dos Doze Profetas, o Santuário possui um conjunto de capelas onde estão retratadas através de esculturas feitas em madeira, cenas da Paixão de Cristo. Mesmo que você não seja alguém religioso ou mesmo católico vale muito a pena a visitação pelo valor histórico e cultural das obras do Mestre Aleijadinho.

Próximo do Santuário há outro lugar bacana que vale muito a pena a vista. É o Museu de Congonhas. O prédio de arquitetura moderna abriga um acervo bem rico e bastante educativo. Segue a linha dos modernos museus onde encontramos muita interatividade disponível para o visitante.

Nosso próximo destino em Congonhas foi a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Porém, no meio do caminho encontramos a simpática e bem simples Igreja de São José. Fizemos uma rápida visita. Chegamos bem na hora que um pequeno grupo de fiéis rezava um terço.

Em tempo… Uma coisa que não faltam nessas cidades mineiras que visitamos até este dia são ladeiras!!! Ladeiras e mais ladeiras. É bom estar com algum preparo físico para enfrentar o sobe e desce!!

Após passar boa parte do dia em Congonhas pegamos a estrada novamente e rumamos para Ouro Preto.