[ Quando o discurso acaba ]

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Aquele sujeito se dizia um entusiasta das iniciativas artísticas. Defendia que todos os artistas deveriam ser de algum modo ajudados em sua tentativa de fazer a sua arte. Dizia também que a arte era muito importante para as pessoas e que quanto mais acesso à arte as pessoas tivessem mais felizes elas seriam.

Porém, quando chegava a hora em que um artista “passava o chapéu” para arrecadar uma contribuição voluntária para a continuidade de sua arte, aquele sujeito do parágrafo anterior era um dos primeiros a deixar o recinto sem ajudar o artista…

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