[ Rock’n’Rio, eu fui, eu vi, eu senti ]

O dia 21 de setembro entrou para minha história pessoal. Um desejo que tinha desde a adolescência foi realizado: ir para o Rock’n’Rio!!

Cheguei a ver pela TV a primeira edição do Rock’n’Rio e consequentemente a sua evolução ao longo desses trinta anos.

Mas e o que eu vi e senti ao entrar na Cidade do Rock?!?

Posso dizer que antes mesmo de colocar meus pés na dita Cidade do Rock já comecei a vivenciar a experiência que é ir para o Rock’n’Rio! Sim, aquilo é uma experiência repleta de muitas outras.

Com bom cartesiano que sou vou elencar pontos em minhas impressões.

Vamos lá!!!

1o. A ida até a Cidade do Rock: ficamos hospedados em Botafogo e do nosso hotel até a estação de metrô era apenas uns 300 metros. Pertinho demaaaais. Foi super tranquilo. Pegamos o metrô e várias estações depois pegamos o BRT (nunca havia usado esse meio de transporte, muito bom por sinal!!). No BRT a coisa já estava um pouco mais aguniada. Também era geeeeeeeente que não acabava mais. Porém, não havia tumulto. O pessoal que estava trabalhando na organização do fluxo de pessoas fez um excelente trabalho.

2. A chegada na estação do BRT na Barra: muitas pessoas orientando o fluxo. Muuta gente sim mas nada de tumulto.

3. Dentro da Cidade do Rock: assim que entramos é que nos damos conta de como aquele lugar, o Parque Olímpico é gigante, imenso! Mais uma vez, tudo muito organizado!! Muitas atrações, não falta o que fazer, nem que seja ficar zanzando feito batata tonta!!

4.Banheiros: haviam muitos banheiros. Mas quando falo banheiros estou dizendo banheiros de verdade mesmo, não eram aqueles tradicionais banheiros químicos. O melhor de tudo: a limpeza dos mesmos. Mesmo por volta de uma da manhã e de um mundo de gente eles continuavam limpos pois o pessoal da limpeza deu muuuuito duro sempre mantendo tudo em ordem. Parabéns!!!! Ah… Havia um sistema de catracas controlando entrada e saída em cada entrada telas de led onde víamos a lotação em porcentagem. Assim quando atingia 100% de lotação ninguém entrava e aguardava do lado de fora.

5. Alimentação: havia muitas opções. Mas o melhor foi o uso intensivo dos pagamentos eletrônicos. Em alguns lugares você poderia usar uma espécie de terminal de autoatendimento para pagar e receber uma ficha com seu pedido que bastava entegar no balcão e esperar pelo pedido. Além do mais havia um pessoal que ficava circulando com máquinas de cartão como se fossem terminais de autoatendimento móveis.

6. A saída: quando o fim do show do Aerosmith se aproximava começamos a nos dirigir rumo à saída. Não somente nós mas um mundo de gente!!!! E mais uma vez a organização falou mais alto. Não havia tumulto, empurra empurra, enfim, foi super tranquilo. Chegamos até a estação do BRT e mais uma vez grande surpresa: as pessoas organizavam filas para aguardar a chegada dos muitos BRTs. Dentro do BRT e do metrô aquela lotação porém não havia tumulto.

Enfim, essas são as minhas impressões sobre questões relacionadas à organização e infraestrutura do evento. Os shows foram maravilhosos. Minha conclusão é: vale a pena ir para o Rock’n’Rio!!!!

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