[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 07.01.2019 ]

Dia de dizer até logo para Ouro Preto e pegar a estrada rumo aos nossos dois últimos destinos nessa nossa viagem pelas terras das Minas Gerais: São João del Rei e Tiradentes.

Inicialmente nosso plano era ficar primeiro em São João del Rei, dar um pulinho em Tiradentes e depois curtir mais um pouco em São João. São duas cidades muito muito próximas, cerca de 17 Km uma da outra. Mas houve uma pequena mudança de planos!

Chegamos na pousada por volta das 15 horas. Descansamos um pouco e fomos conhecer a simpática Tiradentes. Confesso que não estava com muita expectativa quanto a Tiradentes. Mas mordi a língua! Nos encantamos com ela depois de alguns instantes passeando por suas ruas centenárias e visitando alguns lugares.

Nossa primeira parada foi no Museu de Sant’Ana, que é um pequeno museu totalmente dedicado a Sant’Ana, mãe de Maria. A história desse museu é bem interessante e a visita ao mesmo vale super a pena.

Antes de chegarmos ao Museu de Sant’Ana ainda tivemos uma pequena surpresa: a gravação de cenas de uma novela. Pois é… Estávamos andando e demos de cara com uma rua interditada. Inicialmente achei que fosse por conta de alguma obra sendo executada, como por exemplo manutenção na rede de abastecimento. Mas que nada… Era a gravação de cenas de uma novela. Confesso que sequer sabia de qual novela se tratava. Ainda bem que amigos que estão no CE me informaram via WhatsApp qual era a novela.

Esse nosso primeiro passeio por Tiradentes revelou mais uma grata surpresa: um lugarzinho super aconchegante e simpático para comer. Este lugar é o Tapioca Maria Bonita. Super recomendo!!!

Além de comer no Tapioca Maria Bonita, nossa primeira voltinha em Tiradentes também serviu para conhecer um lugar bem lúdico: O Teatro de Marionetes. Assim que vimos esse teatro lembramos logo de uma outra viagem nossa. Um pequeno parênteses, por favor… Em 2015, quando estivemos em Lisboa conhecemos um Museu da Marioneta. Fecha parênteses! Quando compramos os ingressos imediatamente me veio um pensamento: “Putz!!!! Talvez eu e Joelma sejamos o único casal que não estará com uma criança!” Mas que nada!!! Havia muitos adultos sem crianças!

Bom… Mas e a mudança de planos?! Então… Resolvemos ficar mais um dia em Tiradentes para conhecer melhor o que essa simpática cidade tem para nos oferecer.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 06.01.2019 ]

Dia de Reis!!

Estava doido para ver alguma manifestação de reisados em Ouro Preto. Porém, devido a um pouco de ignorância minha, nas buscas que fazia no Google pouco encontrava. Cheguei até perguntar a um funcionário do Centro de Informações Turísticas, mas não tive lá muito sucesso. O motivo das buscas infrutíferas chega a ser pitoresco: em Ouro Preto não chamamos reisados mas sim reinados. Enfim, quando finalmente descobri onde ver essa manifestação de cultura popular (na Igreja de Santa Efigênia) não tinha como ir pois era no mesmo horário que havia programado outro passeio.

Assim sendo, nosso dia começou na estação de trem de Ouro Preto para pegar o trem da Vale para uma pequena viagem até Mariana. É uma viagem bem curtinha mesmo. Dura somente uma hora. E poderia ser menos tempo ainda pois a distância é de apenas 18 quilômetros. E dura uma hora?! Sim!!! É que o trem vai a módicos 20 km/h… Ao longo da viagem um funcionário vai explicando algumas curiosidades interessantes do caminho. Ah… Há quatro túneis no caminho.

Chegando em Mariana tivemos pouco mais de duas horas para bater perna pela cidade uma vez que o trem de volta saia as treze horas.

Já havíamos estado em Mariana em 2005 e portanto o pouco tempo de que dispúnhamos lá não foi assim tão aflitivo.

Quando regressamos para Ouro Preto resolvemos explorar uma parte da cidade que não havíamos conhecido em 2005. E lá fomos nós em direção da Igreja Matriz de N. S. da Conceição. Sobe e desce ladeira… E passamos pela Igreja de N. S. das Mercês e Perdões, bem como pela Igreja de S. Francisco de Assis. Finalizamos este dia dando um tempo na feirinha de artesanato.


[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 05.01.2019 ]

Chegamos em Ouro Preto no dia 04. A primeira vez que estivemos nesta cidade foi em 2005. Ficamos imaginando que novidades nos aguardaria em Ouro Preto.

Bem… Parece ser um desejo um tanto quanto estranho esperar novidades em uma cidade histórica, né??!!!

Para nossa grata surpresa tivemos. O Museu da Inconfidência está completamente diferente. Claro, não por fora, mas por dentro. Não vou descrever só para aguçar mais ainda a curiosidade de vocês, caros leitores. Não pude entrar com minha máquina fotográfica. Porém as fotos feitas através de telefone celular eram permitidas (curioso, não??!!). As fotos que consegui fazer estão em meu Instragram. Ah… Outra grata surpresa no Museu da Inconfidência foi a seção de arte sacra. Tudo muito bonito!!! Vale demais visitar!!

Apesar da surpresa boa quanto ao Museu da Inconfidência preciso admitir que algumas coisas me deixaram desapontado. Uma delas é que algumas igrejas, pelo menos as que eu vi de perto, estão precisando de uma boa mão de tinta por fora. Em uma delas, a Igreja de N. S. das Mercês, o teto está danificado e segundo o rapaz que lá nos recebeu, há um sem número de goteiras.

É muito triste ver um patrimônio histórico tão rico e tão importante para nossa gente se encontrar assim.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 04.01.2019 ]

E chegou a hora de dar um breve adeus para Belo Horizonte e pegar a estrada rumo a algumas cidades do interior de Minas Gerais.

Nossa primeira escala foi na cidade de Congonhas. Em Congonhas há várias igrejas que merecem uma visitação. Mas os monumentos mais conhecidos estão no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos. Lá estão os Doze Profetas, feitos em pedra sabão pelo Aleijadinho.

Além dos Doze Profetas, o Santuário possui um conjunto de capelas onde estão retratadas através de esculturas feitas em madeira, cenas da Paixão de Cristo. Mesmo que você não seja alguém religioso ou mesmo católico vale muito a pena a visitação pelo valor histórico e cultural das obras do Mestre Aleijadinho.

Próximo do Santuário há outro lugar bacana que vale muito a pena a vista. É o Museu de Congonhas. O prédio de arquitetura moderna abriga um acervo bem rico e bastante educativo. Segue a linha dos modernos museus onde encontramos muita interatividade disponível para o visitante.

Nosso próximo destino em Congonhas foi a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Porém, no meio do caminho encontramos a simpática e bem simples Igreja de São José. Fizemos uma rápida visita. Chegamos bem na hora que um pequeno grupo de fiéis rezava um terço.

Em tempo… Uma coisa que não faltam nessas cidades mineiras que visitamos até este dia são ladeiras!!! Ladeiras e mais ladeiras. É bom estar com algum preparo físico para enfrentar o sobe e desce!!

Após passar boa parte do dia em Congonhas pegamos a estrada novamente e rumamos para Ouro Preto.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 03.01.2019 ]

Ainda em Belo Horizonte, dedicamos o terceiro dia do ano para realizar um dos passeios que não pode faltar em nossas viagens: visita a museus.

Optamos por fazer um périplo pelos museus que estão no entorno da Praça da Liberdade. Havíamos antes visto alguns vídeos no YouTube falando sobre estes espaços e assim já saímos de casa com várias impressões em mente.

Nossa primeira parada foi no Memorial de Minas Gerais Vale. É um incrível espaço dedicado ao povo, a arte e a cultura do Estado de Minas Gerais. Em suas salas há vários recursos multimídia o que acaba fazendo a experiência de visitação do local mais interessante ainda. É um lugar para se visitar com calma.

Nosso segundo destino neste dia foi o Museu das Minas e do Metal. Outro local bastante enriquecedor e que proporciona aos visitantes inúmeras atividades interativas.

Enquanto nos dirigíamos para a Casa Fiat de Cultura (este já não é no entorno da Praça da Liberdade, mas é pertinho, dá para ir caminhando e cantando…) encontramos no meio do caminho, não uma pedra, mas a sede do Minas Tênis Clube e para nossa grata surpresa, em seu espaço cultural havia uma exposição “Litografia – Lotus Lobo“. Após visitar a exposição e fazer uma pequena pausa para o lanche da tarde, seguimos ao nosso destino. E lá encontramos o Presépio Colaborativo, que valeu demais ver.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 02.01.2019 ]

O segundo dia do ano foi fora de BH!!!

Fomos até Brumadinho, distante 60 km de BH, conhecer Inhotim, o imenso museu de arte moderna! Há quem diga que Inhotim é o maior de todo o mundo!

Enfim… Inhotim é imenso, gigante mesmo!!! É bom reservar um dia inteiro para conhecê-lo por completo. Aliás, acho que o ideal é reservar dois dias para conhecer com mais calma e tranquilidade.

Caso você esteja hospedado em BH, a viagem de ônibus dura cerca de uma hora e meia quase duas, dependendo do trânsito que você vá ter pela frente. O ônibus leva você até Inhotim. A volta para BH acontece por volta das 16 e 30. O ônibus que lhe leva fica lá mesmo, no estacionamento.

Ao chegar você vai direto para a recepção pegar um mapinha do lugar. Se você estiver com uma boa forma física e também com muita disposição para andar, subir ladeiras e mais ladeiras, Inhotim é o lugar ideal para saciar seus desejos de atleta. Mas, se você não estiver assim com tanta disposição o melhor mesmo é pagar por uma pulseirinha que te dá direito de andar nuns carrinhos elétricos, daqueles usados em jogos de golfe. Particularmente, recomendo muito esse procedimento. Especialmente se você tiver apenas um dia para visitar Inhotim.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 01.01.2019 ]

O dia 1o de Janeiro dedicamos a um pequeno passeio de bike por algumas ruas de BH.

Estava ótimo para isso. A cidade ainda dormia ou realmente não havia muita gente nela.

Pegamos duas bikes numa estação de bicicletas compartilhadas e saímos a pedalar pelas ruas e ladeiras de BH. Sim, pessoal, BH tem muuuuuuitas e muuuuuitas ladeiras. Umas bem generosas!!! Mas, nada que uma boa bike com marcha não resolva.

Nosso passeio findou no Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Uma excelente área de lazer, um parque imenso, onde é possível fazer caminhadas, andar de bicicleta, fazer pic-nic ou somente ficar deitado na grama vendo as nuvens passar…