[ Leis do Facebook – O Critério de Verdade ]

Se uma notícia está de acordo com meu conjunto de crenças, combina com aquilo que penso então essa notícia é verdadeira e seu veículo de divulgação é sério e honesto. Caso contrário, se a notícia não combina com meu conjunto de crenças nem com aquilo que penso então essa notícia é mentirosa e seu veículo de divulgação não é serio e é desonesto.

😉

[ Tempos Obscuros ]

Tentar compreender um fenômeno social, enxergar as suas causas e vislumbrar as consequências não necessariamente significa que quem emprende essa tarefa esteja concordando com o tal fenômeno, que esteja lhe apoiando.

Sei não… Mas quando a tarefa de compreender algo passa a ser combatida sinto que o obscurantismo está com tudo mesmo.

Quem nega ao outro a compreensão de algo, penso eu, quer mesmo é que esse outro não tenha acesso ao conhecimento e muito menos à verdade dos fatos.

[ Qual a Verdade? ]

“Verdadeiro é o discurso que diz as coisas como são; falso é aquele que diz como não são”, Platão, em Crátilo.

Essa frase ouvi numa das aulas de Teoria do Conhecimento II no Curso de Filosofia.

Impressionante como ela se aplica a um sem número de coisas em nossa vida. Afinal de contas vivemos em busca de verdades.

Fazendo um recorte para tentar aplicar essa frase a um campo bem específico, no caso a política, me surgem algumas dúvidas:

– Qual será a verdade que um candidato quer passar para seus eleitores?

– E depois de eleito, qual será a verdade que ele vai colocar para aqueles que estão sob a tutela de suas decisões?

– Haverá graus de verdade tanto no discurso situacionista como no oposicionista? Se realmente houver graus de verdade tanto no discurso situacionista como no oposicionista, como devemos fazer para de cada um poder separar a verdade das coisas como são e aquilo que fala das coisas como elas não são?

Atualmente essa última questão é quem mais ronda meus pensamentos. Ora vejo analistas, jornalistas e políticos tecendo críticas ferrenhas à política econômica do nosso país e ao mesmo tempo vejo ministros, políticos e até mesmo a presidente dizendo que isso é exagero, que as contas estão sob controle, que a inflação está domada, dentre outros discursos tranquilizadores.

Afinal, onde está a verdade ou que graus de verdade podemos ter de cada discurso acerca da nossa economia?

[ Verdade e Política ]

​”Verdadeiro é o discurso que diz as coisas como são; falso é aquele que diz como não são”. Platão, em Crátilo

Essa frase ouvi numa das aulas de Teoria do Conhecimento II no Curso de Filosofia.

Impressionante como ela se aplica a um sem número de coisas em nossa vida. Afinal de contas vivemos em busca de verdades.

Fazendo um recorte para tentar aplicar essa frase a um campo bem específico, no caso a política, me surgem algumas dúvidas: 

– Qual será a verdade que um candidato quer passar para seus eleitores?

– E depois de eleito, qual será a verdade que ele vai colocar para aqueles que estão sob a tutela de suas decisões?

– Haverá graus de verdade tanto no discurso situacionista como no oposicionista? Se realmente houver graus de verdade tanto no discurso situacionista como no oposicionista, como devemos fazer para de cada um poder separar a verdade das coisas como são e aquilo que fala das coisas como elas não são?

Atualmente essa última questão é quem mais ronda meus pensamentos. Ora vejo analistas, jornalistas e políticos tecendo críticas ferrenhas à política econômica do nosso país e ao mesmo tempo vejo ministros, políticos e até mesmo a presidente dizendo que isso é exagero, que as contas estão sob controle, que a inflação está domada, dentre outros discursos tranquilizadores.

Afinal, onde está a verdade ou que graus de verdade podemos ter de cada discurso acerca da nossa economia?
P.S.: este texto foi publicado originalmente em minha página no Facebook em 06 de julho de 2013.