[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 02.01.2019 ]

O segundo dia do ano foi fora de BH!!!

Fomos até Brumadinho, distante 60 km de BH, conhecer Inhotim, o imenso museu de arte moderna! Há quem diga que Inhotim é o maior de todo o mundo!

Enfim… Inhotim é imenso, gigante mesmo!!! É bom reservar um dia inteiro para conhecê-lo por completo. Aliás, acho que o ideal é reservar dois dias para conhecer com mais calma e tranquilidade.

Caso você esteja hospedado em BH, a viagem de ônibus dura cerca de uma hora e meia quase duas, dependendo do trânsito que você vá ter pela frente. O ônibus leva você até Inhotim. A volta para BH acontece por volta das 16 e 30. O ônibus que lhe leva fica lá mesmo, no estacionamento.

Ao chegar você vai direto para a recepção pegar um mapinha do lugar. Se você estiver com uma boa forma física e também com muita disposição para andar, subir ladeiras e mais ladeiras, Inhotim é o lugar ideal para saciar seus desejos de atleta. Mas, se você não estiver assim com tanta disposição o melhor mesmo é pagar por uma pulseirinha que te dá direito de andar nuns carrinhos elétricos, daqueles usados em jogos de golfe. Particularmente, recomendo muito esse procedimento. Especialmente se você tiver apenas um dia para visitar Inhotim.

[ Meu Olhar que Flanou por Minas – 01.01.2019 ]

O dia 1o de Janeiro dedicamos a um pequeno passeio de bike por algumas ruas de BH.

Estava ótimo para isso. A cidade ainda dormia ou realmente não havia muita gente nela.

Pegamos duas bikes numa estação de bicicletas compartilhadas e saímos a pedalar pelas ruas e ladeiras de BH. Sim, pessoal, BH tem muuuuuuitas e muuuuuitas ladeiras. Umas bem generosas!!! Mas, nada que uma boa bike com marcha não resolva.

Nosso passeio findou no Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Uma excelente área de lazer, um parque imenso, onde é possível fazer caminhadas, andar de bicicleta, fazer pic-nic ou somente ficar deitado na grama vendo as nuvens passar…

[ Meu Olhar que Flanou por Versalhes – 13.10.2016 ]

E fomos ver o famoso Palácio de Versalhes…

A primeira coisa que posso dizer a respeito do famoso Palácio é que ele é uma imensa, gigantesca, soberba homenagem ao luxo, à ostentação, ao absolutismo da França!!!

A começar pelas dimensões. E se contarmos com os jardins, e os outros palácios que fazem parte de todo o conjunto, aí é que ficamos impressionados mesmo!!!

Outra coisa que chamou a minha atenção foi a quantidade de turistas. Impressionante mesmo. Principalmente turistas orientais. Não sei se eram japoneses, chineses, coreanos (do sul ou do norte), vietnamitas… Enfim, era muita muita gente dos olhinhos puxados!!!! Na primeira vez que viemos a Paris esse fato também chamou muito a minha atenção. O bacana é que eles andam sempre em bandos, muito numerosos geralmente!!! E são sempre alegres, sorridentes e parecem impressionar-se com tudo em quanto. É bacana ouvir eles em grupo dizerem: “Ooooooooooooooohh”!!!! Como fotógrafo, uma coisa sempre me desperta uma certa inveja nos turistas orientais: eles sempre desfilam com máquinas fotográficas de última geração!!!!

Mas voltemos ao Palácio…

O luxo é uma coisa que salta aos olhos. Uma coisa que você não pode abrir mão é do áudio-guia que pegamos assim que começamos a visita. O português do áudio-guia é o de Portugal, portanto num primeiro momento soa um tanto estranho para nós mas depois de alguns minutos acabamos nos acostumando. As informações sobre a história são bem detalhadas. Outro ponto interessante é saber dos hábitos de sua majestade e da corte real.

Bem… É preciso estar em boa forma para fazer o passeio bem completo. Somente a vista ao Palácio dura cerca de duas horas ou um pouco mais. Depois você pode ir até os jardins. E aí é que você precisa mesmo estar em boa forma pois as distâncias são imensas. Mas se você estiver disposto a gastar uns euros, há uns “trenzinhos” que você pode pegar. Se não me engano custa 11 euros por pessoa.

O conjunto todo do Palácio de Versalhes é tão grande que há um passaporte que dá direito a dois dias de visitação.

[ Um Pouco do que Podemos Ver do Alto da Torre Eiffel ]

Em nossa primeira ida a Paris não subimos na Torre. Haviam dito para nós que as filas eram imensas e que se perdia muito tempo nisso. E como o nosso tempo naquela época era curto, ficamos em Paris apenas quatro dias.

A princípio não estava em nossos planos subir na Torre. Mas acontece que o universo conspirou a favor. Estávamos no Trocadero e resolvemos ir até a Torre apenas para ver mais de perto, fazer umas fotos e depois voltar para casa. Para nossa graaaaaande supresa não havia as tais grandes filas para subir na Torre. Ora, não contamos pipoca!!!! Entramos na fila e compramos logo o ingresso que dá direito a subir até o topo.

Valeu muito!!!! Valeu demais!!!!!

A vista que temos da cidade é espetacular. E há muitas informações interessantes sobre como foi a construção da Torre. Uma grande obra de engenharia do início do século XX. Se não me falhe a memória essas informações estão no 1o Estágio, onde tem também um restaurante, um café e uma loja que vende suvenirs (esse tipo de loja, acho que, tem pelo menos quatro em cada quarteirão em Paris!!!!! rsrsrsrs)

[ Meu Olhar que Flanou por Paris – 10.10.2016 ]

Voltamos a Paris…

Quando estivemos aqui a primeira vez foi em 2013. Mais precisamente em janeiro de 2013, em pleno inverno!!!

Foi uma experiência muito bacana. Nunca havíamos estado em um lugar tão frio!!! rsrsrsrs

Porém não conseguimos aproveitar tanto os encantos da Cidade Luz. Sair de casa era sempre precedido de um ritual de vestimenta. Ou seja, colocar algumas camadas de roupa para não congelar lá fora!!! E quando entrávamos em algum bistrô ou outro estabelecimento era um outro ritual, só que reduzido em: tira luvas, tira cachecol, tira gorro, tira casaco. E para sair o ritual era semelhante, só que agora era para colocar.

Agora em 2016, aproveitando que (não me perguntem porque) as passagens para Paris estavam bem mais em conta do que para outros lugares (na verdade queríamos ir para Roma mas o preço das passagens para Roma estavam praticamente o dobro para Paris) o jeito foi mesmo voltar a Paris.

Não estamos pegando um frio tão grande como foi no nosso debut aqui. E até tem feito sol em alguns dias. Enfim, Paris é um grande barato.

Uma coisa que muito chamou a minha atenção quando entramos no avião foi ouvir uma comissária de bordo dizer que o vôo estava lotado e a maioria eram brasileiros. Acho que todo mundo que estava lá aproveitou os preços mais em conta assim como eu!!!! 🙂

E não para por aí… Desde que começamos nossos bate-pernas pela cidade que sempre encontramos com brasileiros. Nos reconhecemos de longe. Somos um povo ímpar!!!! rsrsrsrs

Neste post publico alguns recortes do vi em nosso primeiro dia de andanças pela cidade. Fomos para Montmartre e depois para o Trocadero. Estas fotos foram feitas usando o mesmo equipamento: uma Canon com lente 50mm e a mesma abertura, f 1.8, em todas.

Depois publicarei mais outros posts e contarei mais algumas histórias desse nosso passeio.

Bem… Preciso fazer uma pequena consideração: as primeiras fotos desta galeria foram feitas ainda no Aeroporto Internacional de Guarulhos. 😉